Milho safrinha teve perdas de médias de 25%
- 11/07/2011 08:40
- Milho
A quebra será variável dependendo da propriedade, tendo em visto que as baixas temperaturas variaram, conforme a localização geográfica das lavouras.
CíCERO FARIA/DOURADOS
Passada uma semana das geadas na região sul do Estado, os técnicos da área agrícola estão prevendo uma perda media de 25% na produção do milho safrinha. Agrônomos de escritórios de planejamento rural, cooperativas e instituições de pesquisa ainda estão avaliando a situação desta cultura de inverno, mas existe unanimidade de que os prejuízos vão variar de 20 a 30% na região de Dourados e na fronteira com o Paraguai.
Metade do milho estava em fase de maturação e o restante em estagio de maturação. Com as fortes geadas ocorreu o rompimento dos grãos em parte das lavouras. Com as chuvas que se seguiram ao frio extremo, o quadro piorou para o milho com o apodrecimento de espigas.
Antes desta situação, ocorreu uma estiagem de mais de 20 dias em junho o que prejudicou o desenvolvimento da cultura que apresenta em varias áreas plantadas espigas mal formadas com menos grãos.
A Fundação MS, sediada em Maracaju, estimou essa semana que as perdas com o milho deverão atingir a R$ 200 milhões. Essa estimativa leva em conta apenas a área afetada pelas geadas, que gira em torno de 300 a 350 mil hectares com o plantio tardio.
O agrônomo e consultor agrícola Gilberto Bernardi confirma que a quebra ficará em torno de 25%, com o percentual variando para mais ou para menos, conforme a região, já que a geada ocorreu de forma ‘manchada’ atingindo plantios de maneira desuniforme.
Na microregião de Dourados – que compreende 13 municipios, estão plantados 460 mil hectares de milho safrinha, mais da metade da área do Estado, estimada em 850 mil pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
CíCERO FARIA/DOURADOS
Passada uma semana das geadas na região sul do Estado, os técnicos da área agrícola estão prevendo uma perda media de 25% na produção do milho safrinha. Agrônomos de escritórios de planejamento rural, cooperativas e instituições de pesquisa ainda estão avaliando a situação desta cultura de inverno, mas existe unanimidade de que os prejuízos vão variar de 20 a 30% na região de Dourados e na fronteira com o Paraguai.
Metade do milho estava em fase de maturação e o restante em estagio de maturação. Com as fortes geadas ocorreu o rompimento dos grãos em parte das lavouras. Com as chuvas que se seguiram ao frio extremo, o quadro piorou para o milho com o apodrecimento de espigas.
Antes desta situação, ocorreu uma estiagem de mais de 20 dias em junho o que prejudicou o desenvolvimento da cultura que apresenta em varias áreas plantadas espigas mal formadas com menos grãos.
A Fundação MS, sediada em Maracaju, estimou essa semana que as perdas com o milho deverão atingir a R$ 200 milhões. Essa estimativa leva em conta apenas a área afetada pelas geadas, que gira em torno de 300 a 350 mil hectares com o plantio tardio.
O agrônomo e consultor agrícola Gilberto Bernardi confirma que a quebra ficará em torno de 25%, com o percentual variando para mais ou para menos, conforme a região, já que a geada ocorreu de forma ‘manchada’ atingindo plantios de maneira desuniforme.
Na microregião de Dourados – que compreende 13 municipios, estão plantados 460 mil hectares de milho safrinha, mais da metade da área do Estado, estimada em 850 mil pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
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